
"(...) Procurou fugir do insensível moço e fazer por esquecê-lo; porém, como era de esperar, nem fugiu-lhe, nem o esqueceu. Desde então tomou outro partido: chorou. Ou porque a sua dor era tão grande que lhe podia espremer o amor em lágrimas desde o coração até aos olhos, ou porque, selvagem mesma, ela ja tinha compreendido que a grande arma da mulher está no pranto, Ahy chorou. (...)"
A Moreninha, Joaquim Manuel de Macedo.